Seleção foi eliminada nas oitavas e destoou entre as principais equipes do ranking da Fifa.
A campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 terminou de forma abaixo das expectativas e colocou o país em uma situação incomum entre as principais potências do futebol. Eliminado nas oitavas de final após derrota por 2 a 1 para a Noruega, o Brasil foi uma das seleções mais bem colocadas no ranking da Fifa a deixar a competição antes das quartas de final.
O resultado representou a pior participação brasileira em Mundiais desde 1990 e interrompeu a trajetória da equipe logo após uma fase de grupos consistente. Durante o torneio, a seleção chegou a subir da sexta para a quinta posição no ranking da Fifa, ultrapassando Portugal, mas a eliminação precoce impediu qualquer avanço maior.
Entre os oito países que garantiram vaga nas quartas de final, seis figuram entre os dez primeiros colocados do ranking mundial: Argentina, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica e Marrocos. As exceções foram Suíça, que ocupa a 14ª posição, e Noruega, 19ª colocada, responsável por eliminar os brasileiros.
Além do Brasil, outras seleções tradicionais também ficaram pelo caminho antes do esperado. Portugal foi superado pela Espanha, enquanto a Holanda acabou eliminada por Marrocos nos pênaltis. Já o México, anfitrião da competição, caiu diante da Inglaterra nas oitavas de final em uma partida movimentada.
Apesar dessas eliminações, as quatro primeiras colocadas do ranking da Fifa confirmaram o favoritismo e avançaram pelo menos até as quartas de final, reforçando a tendência de domínio das seleções mais bem posicionadas no cenário internacional. O desempenho brasileiro, por outro lado, ficou marcado como uma das maiores frustrações entre as equipes que chegaram ao Mundial apontadas como candidatas ao título.
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