Frio, temporais e baixa umidade marcam a previsão no país.
O primeiro fim de semana de julho promete condições climáticas bastante distintas entre as regiões brasileiras. A atuação de uma massa de ar frio mantém as temperaturas baixas no Sul, com possibilidade de formação de geadas, enquanto áreas do Norte e do Nordeste seguem com previsão de chuvas fortes. No Centro-Oeste, o cenário continua sendo de calor e baixa umidade do ar.
No Sudeste, a influência de uma frente fria que atua sobre o oceano ainda favorece a ocorrência de chuva em pontos do litoral, além de manter as temperaturas mais amenas em parte da região. Já no Nordeste, a atuação dos Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOLs) intensifica a instabilidade, principalmente nas áreas costeiras, aumentando o risco de precipitações mais volumosas.
A Região Norte concentra os maiores volumes de chuva, especialmente entre Amazonas, Roraima, Amapá e o norte do Pará, onde há possibilidade de temporais acompanhados por descargas elétricas e rajadas de vento.
Previsão para sábado (5)
Sudeste: litoral com chuva e interior sob influência do frio
Durante o sábado, a frente fria continua influenciando o litoral da Região Sudeste. Há previsão de chuva entre a Baixada Santista, o litoral norte de São Paulo, o litoral do Rio de Janeiro, incluindo a Região Metropolitana da capital fluminense e a Região dos Lagos. As precipitações devem variar entre fracas e moderadas, podendo ganhar intensidade em alguns momentos.
Também há possibilidade de chuva fraca no litoral sul paulista e no litoral do Espírito Santo devido à circulação de umidade vinda do oceano.
Nas áreas do centro-sul de São Paulo, sul do Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais e Zona da Mata mineira, o frio continua predominando, mantendo temperaturas mais baixas e sensação térmica amena ao longo do dia.
Já no norte de Minas Gerais e no Triângulo Mineiro, o tempo permanece firme, com destaque para a baixa umidade relativa do ar, que deve oscilar entre 20% e 30%, exigindo atenção com hidratação e exposição prolongada ao sol.
Além disso, o mar segue agitado em boa parte da faixa litorânea do Sudeste, o que requer atenção de pescadores e embarcações de pequeno porte.
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