Responsáveis devem ficar atentos às regras e à documentação.
Com a chegada das férias escolares de julho, cresce o número de crianças e adolescentes que viajam de avião sem a companhia dos pais ou responsáveis. Para que o embarque ocorra sem imprevistos, é fundamental que as famílias se informem com antecedência sobre as exigências das companhias aéreas e organizem toda a documentação necessária.
De acordo com dados da Latam Brasil, os meses de julho e dezembro concentram quase metade das viagens de menores desacompanhados realizadas pela empresa ao longo do ano. O aumento da demanda reforça a importância de planejar a viagem com antecedência, principalmente quando houver necessidade de contratar serviços específicos de acompanhamento.
As regras variam conforme a idade do passageiro. Em geral, crianças entre 8 e 11 anos devem utilizar o serviço de assistência oferecido pela companhia aérea durante toda a viagem. Já adolescentes de 12 a 17 anos podem embarcar sozinhos, desde que apresentem os documentos exigidos e, em algumas situações, autorização assinada pelos responsáveis, conforme a legislação e as normas da empresa responsável pelo voo.
Outro ponto de atenção é a disponibilidade do serviço de acompanhamento em todo o trajeto. Em viagens com escalas ou conexões, especialmente quando envolvem diferentes companhias aéreas, é importante confirmar previamente se a assistência será mantida até o destino final. Também é recomendável preencher antecipadamente os formulários solicitados e informar corretamente os dados da pessoa autorizada a receber o menor no aeroporto de chegada.
Além da documentação, os responsáveis devem orientar a criança ou adolescente sobre procedimentos básicos durante a viagem, como manter os documentos sempre à mão, seguir as instruções da equipe da companhia aérea e evitar se afastar dos funcionários encarregados do acompanhamento. Identificar a bagagem com etiquetas contendo nome e telefone de contato também ajuda a reduzir transtornos em caso de extravio.
Com planejamento, atenção às regras e organização prévia, a viagem de menores desacompanhados pode ocorrer de forma segura, tranquila e com maior conforto tanto para os passageiros quanto para suas famílias.
DGABC


