Mulher e filho escaparam sem ferimentos; Polícia Civil vai apurar as circunstâncias do incêndio.
Um incêndio registrado na madrugada deste domingo (12) destruiu um apartamento localizado no Residencial Tupã, no bairro Jardim São Paulo, em Alfenas, no Sul de Minas. A principal suspeita é de que o fogo tenha sido provocado de forma criminosa pelo ex-companheiro da moradora, hipótese que será investigada pela Polícia Civil.
Segundo informações da Defesa Civil, as chamas começaram por volta das 5h em uma unidade situada no primeiro pavimento de um dos blocos do condomínio. No momento do incêndio, a moradora e seu filho estavam no imóvel, mas conseguiram deixar o local rapidamente e não sofreram ferimentos.
A intensa fumaça provocada pelo incêndio também colocou em risco os demais moradores do prédio. Uma mulher que reside no segundo andar precisou ser retirada do edifício por equipes de resgate. Durante a ocorrência, o Corpo de Bombeiros atuou no combate às chamas e removeu materiais inflamáveis de apartamentos próximos para impedir que o fogo se espalhasse para outras unidades.
Conforme informou o engenheiro da Defesa Civil de Alfenas, os indícios iniciais apontam que o incêndio pode ter sido causado pelo ex-namorado da vítima, que não teria aceitado o fim do relacionamento. A motivação e a autoria do caso serão apuradas durante a investigação conduzida pela Polícia Civil.
A Polícia Militar esteve no local, registrou a ocorrência e realizou os procedimentos iniciais. Após o incêndio, a moradora e o filho foram acolhidos na residência de uma amiga. A Secretaria Municipal de Assistência Social também foi acionada para prestar apoio à família e avaliar a concessão de moradia temporária, por meio de aluguel social ou hospedagem em hotel.
De acordo com a Defesa Civil, o apartamento sofreu danos significativos, principalmente na rede hidráulica, que ficou completamente comprometida. Antes de uma possível liberação do imóvel, será realizada uma limpeza no local e uma vistoria técnica para verificar as condições estruturais da edificação.
FONTE: G1


