Seleção deve disputar amistosos e torneio na Ásia e Oceania até novembro.
A Seleção Brasileira tem praticamente definida a programação para os últimos compromissos de 2026, com partidas previstas na Oceania e na Ásia antes do encerramento da temporada. Além dos amistosos diante da Austrália, já divulgados pela federação local, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também negocia um confronto contra a Índia e a participação em um torneio internacional em Singapura.
Os duelos contra os australianos estão programados para os dias 25 e 29 de setembro, nas cidades de Townsville e Brisbane, respectivamente. Na sequência, a equipe comandada por Carlo Ancelotti deve viajar para Calcutá, onde a expectativa é enfrentar a seleção da Índia no início de outubro, dependendo apenas da conclusão dos acordos entre as entidades envolvidas.
Para novembro, a tendência é que o Brasil participe de uma competição amistosa em Singapura, reunindo também Japão, Paraguai e a seleção anfitriã. O torneio seguirá um formato semelhante ao tradicional evento organizado pelos japoneses, com confrontos previamente definidos ao longo da Data Fifa do mês.
Caso a programação seja confirmada, a Seleção encerrará o ano enfrentando adversários de bom nível internacional. Austrália e Japão estiveram presentes na fase eliminatória da última Copa do Mundo, enquanto ainda existe a possibilidade de um duelo contra o Paraguai durante o torneio em território singapurense.
Enquanto aguarda a oficialização dos compromissos, Carlo Ancelotti intensifica o trabalho de observação de jogadores. O treinador já iniciou o planejamento para as próximas convocações, que devem contar com novos nomes visando a renovação da equipe para a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030. A relação preliminar de atletas para os jogos de setembro e outubro deverá ser enviada à Fifa no início de setembro.
Desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira, Ancelotti acumula 17 partidas, distribuídas entre Eliminatórias, amistosos e a Copa do Mundo de 2026. O retrospecto é de dez vitórias, três empates e quatro derrotas, com 31 gols marcados e 15 sofridos, números que sustentam o planejamento da comissão técnica para o próximo ciclo da equipe nacional.
GE


